Cachorro-Pug-11Vale a pena reservar dez minutos do seu tempo para ler essa história”

A origem do Pug sempre houve muita controvérsia. A verdade é que praticamente nada se sabe sobre como, quando ou porque esses cães de focinho chato, pelagem curta e cauda encaracolada vieram à existência. Há, no entanto, muito poucas dúvidas sobre o seu local de origem: a China. Há boas razões para acreditar que todas as raças de focinho curto, com exceção do bulldog e os membros colaterais de sua família, tiveram origem no oriente. Duas hipóteses sobre o início da formação da raça foram levantadas, mas hoje já são totalmente descartadas. A primeira seria a crença de que os pugs descendem e tornaram-se um tipo de mastiff pigmeu. Essa idéia provavelmente surgiu do fato de que os primeiros pugs a chegar na Inglaterra foram por vezes referidos como mastiffs holandeses. O único ponto real de semelhança entre o mastiff e o pug fulvo é a cor e pelagem. A estrutura dos crânios das duas raças varia enormemente e isso é o suficiente para demonstrar que é muito improvável que o pug tenha qualquer ligação com o enorme molossus, conhecido pelos fenícios, de quem o mastiff, o alaunt medieval e o bulldog descendem. O segundo engano é supor que o focinho curto do pug tenha sido provocado por esmagamento ou danos aos ossos nasais em  filhotes. Obviamente, uma operação dessas afetaria o indivíduo, mas não seus descendentes.

A referência mais antiga conhecida de um cão, que pode muito bem ter sido o precursor do pug, confirma a crença de que a Europa Ocidental conhecia o lo-sze antes de ele ter sido visto na Rússia.A história deste pequeno cão, que salvou a vida de William, o Silencioso, o Príncipe de Orange e, assim, alterou a história da Europa, é um clássico na história do pug e aparece em “Relatos de Sir Roger William nos Países Baixos”, publicado em 1618, e refere-se a uma incidente que deve ter ocorrido entre 1571 e 1573. Na ocasião, houve um ataque surpresa dos espanhóis sobre o acampamento holandês. O cãozinho em questão, cujo nome acredita-se ter sido Pompey, acordou seu dono, antes de qualquer um de seus homens, com arranhões, chorando e pulando em seu rosto. Os pugs desembarcaram pela primeira vez nos Estados Unidos logo após a Guerra Civil Americana. Em 1885, os pugs já eram exibidos em todo o país. O American Kennel Clube Stud Books mostra que para os anos de 1900 a 1920, poucos criadores registraram seus pugs e algumas exposições de beleza não teve a participação de exemplares da raça. Foi em 1931 que um grupo de criadores e expositores da Costa Leste decidiram formar um Clube, o Pug Dog of America e em 1 de dezembro de 1931 o clube foi formalmente reconhecido pelo American Kennel Club.

Embora o cão tenha sido descrito como um “pequeno cão de caça branco”, pode-se considerar através de outras partes de sua descrição, que na verdade se tratava de um ancestral do pug moderno.  Podemos, portanto, estabelecer com um razoável grau de certeza que pequenos cães de focinho curto que existiam na China poderiam ter viajado do Oriente para o Ocidente nos séculos XVI e XVII, e havia uma boa razão para sua popularidade na Corte de William, o Silencioso e seus sucessores. É possível que tenha sido neste período que uma criação cuidadosa e seletiva mudou o corpo mais alongado do lo-sze para um cão mais compacto que, eventualmente, recebeu o nome de pug. Durante os cem anos que se passaram entre o reinado de William, o Silencioso e a chegada à Inglaterra de seu bisneto, nada se ouviram sobre os pugs, exceto que eles estavam sempre presentes na corte holandesa.

Os pugs desembarcaram pela primeira vez nos Estados Unidos logo após a Guerra Civil Americana. Em 1885, os pugs já eram exibidos em todo o país. O American Kennel Clube Stud Books mostra que para os anos de 1900 a 1920, poucos criadores registraram seus pugs e algumas exposições de beleza não teve a participação de exemplares da raça. Foi em 1931 que um grupo de criadores e expositores da Costa Leste decidiram formar um Clube, o Pug Dog of America e em 1 de dezembro de 1931 o clube foi formalmente reconhecido pelo American Kennel Club. 

Os primeiros exemplares da raça chegaram ao país na década de 50, mas por anos a raça foi considerada rara, cara e de difícil criação. Porém, os criadores brasileiros começaram a melhorar a qualidade de seus cães com importações mais significativas na década de 80 e assim até os dias de hoje manter o padrão da raça é de primordial para todos os criadores.

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